Poetas do Parque

Um poema por mês
Celebramos os autores representados no Parque dos Poetas. São 60 vozes.

Na conceção deste Parque, que constitui uma das marcas distintivas do concelho de Oeiras, figura a simbologia da árvore, como um percurso, uma rua, onde em cada folha se celebra um poeta e a memória das palavras. A simbologia da árvore como tronco, a poesia como matéria comum de todas as folhas onde os 60 poetas estão representados. Como enxertos. Escuta e contaminação onde tudo se reescreve infinitamente.

A presente seleção de poemas e autores não segue, por isso, os passos temporais e cronológicos, mas procura construir um mapa de um diálogo possível, tentando encontrar algo de comum que, simultaneamente, os aproxime e distinga.

Iniciamos este caminho, no Dia Mundial da Poesia, da Árvore e da Floresta, com Camilo Pessanha, autor de Clepsidra, que significa relógio de água, um dos instrumentos mais antigos para medir o tempo. Numa alusão à efemeridade da vida e à nossa finitude. Por isso mesmo, a poesia, a mais alta forma de música, é esse lugar onde nos reconstruímos eternamente, acrescentando palavras no grande livro da nossa humanidade.

Conheça os poetas representados no Parque. A poesia anda por aqui…

Ricardo Reis, In Odes

Ricardo Reis (19 de setembro de 1887) é um dos heterónimos de Fernando Pessoa. Na...
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Cesário Verde, In O Livro de Cesário Verde e Poesias Dispersas (1855-1886)

Em 1934, oito anos depois da morte de Pessanha no Oriente, Pessoa escrevia estas palavras...
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Camilo Pessanha, In Clepsidra (1867–1926)

Poetas do Parque – Um poema mensal tem como objetivo celebrar os autores representados no...
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