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Esta Antologia, com chancela Os Livros de Oeiras, nasceu no Estabelecimento Prisional de Caxias, através do Curso de Escrita Criativa, desenvolvido em 2025, pelo escritor José Luís Peixoto. Desses momentos de escuta, reflexão, encontro e partilha surgiu este livro, combinado entre a palavra e a forma, como testemunho que a escrita é lugar de esperança e liberdade. E futuro.
Apresentação por José Luís Peixoto, curador do projeto no Estabelecimento Prisional de Caxias. Com a participação de Maria Lemos Costa (Voz) e Algo (Teclado).
Centro Cultural de Barcarena | Rua Pescadores, 12, 2730-138 Barcarena // 8 MAIO | sexta | 21h00
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
Informações: fernanda.marques@oeiras.pt | 214 406 340
José Luís Peixoto
Nasceu em Galveias, em 1974. É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra está traduzida em mais de trinta idiomas, é lida e estudada em dezenas de países.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o Prémio Libro d’Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu de 2012. Em 2016, com Galveias, recebeu no Brasil o Prémio Oceanos, alcançando o 1º lugar entre todas as obras literária publicadas em língua portuguesa no ano anterior. A sua escrita foi ainda finalista de prémios internacionais, como o Femina e o Prix des Lecteurs (França), o Impac Dublin (Irlanda) e o Prémio Literário Giuseppe Acerbi (Itália).
Na poesia, A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores; o Prémio Daniel Faria foi atribuído ao livro Gaveta de Papéis; e Regresso a Casa obteve o Prémio Livro do Ano Bertrand.
Dentro do Segredo — Uma viagem na Coreia do Norte e O Caminho Imperfeito, centrado na Tailândia, foram as suas primeiras incursões na literatura de viagens. A sua mais recente obra é A Montanha (2025). Em 2026, foi distinguido com o Prémio Vergílio Ferreira.
Prémios
Prémio Vergílio Ferreira 2026 (Portugal)
Galveias – The Best Translation Award 2019 (Japão)
Galveias – Prémio Oceanos – Prémio de Literatura em Língua Portuguesa 2016 (Brasil)
Livro – Prémio Libro d’Europa 2013 (Itália)
A Criança em Ruínas – Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores 2013 (Portugal)
Gaveta de Papéis – Prémio de Poesia Daniel Faria 2008 (Portugal)
Cemitério de Pianos – Prémio Cálamo 2007 (Espanha)
Nenhum Olhar – Prémio Literário José Saramago 2001 (Portugal)
Maria Lemos Costa
Maria Lemos Costa (2003, Lisboa) é atriz e poeta. Frequentou o Curso Profissional de Interpretação, na EPI, assim como duas edições do workshop de teatro musical, West End Stage, em Londres. É licenciada em Estudos Artísticos pela FLUL e encontra-se a realizar o mestrado em Estudos e Gestão da Cultura, no ISCTE. Foi finalista do concurso “Voz – O Poder da Palavra” e vencedora da categoria de Declamação da Mostra Nacional de Jovens Criadores 2025. Como atriz, participou em projetos com John Romão, Sérgio Graciano, Sofia Espírito Santo, David Bonneville e José António Loureiro.
Algo
Algo é o projeto musical de Tiago Simões (1991, Lisboa). DJ e músico ligado à experimentação eletrónica, cria composições que cruzam texturas, ritmo e paisagens sonoras. O seu trabalho explora melodias melancólicas e atmosferas imersivas, convidando o ouvinte para um espaço de introspecção e transformação. Com lançamentos que remontam a 2015, incluindo participações nos álbuns de Casuar e Dehesa, o projeto revela um percurso contínuo de exploração sonora, atravessando diferentes abordagens dentro do espectro da música eletrónica.
